MICHAEL HANEKE
dezembro 12, 2011
Tirei um final de semana para conhecer mais sobre o cineasta alemão Michael Haneke depois de assistir a um documentário na Cultura.
Assisti “A Professora de Piano”, “Caché” e “A Fita Branca“.
O último é um filme incrível, vencedor da Palma de Ouro 2009, sua fotografia é fantástica, um vilarejo onde pequenos crimes são cometidos, a punição como forma de disciplina prenunciam o que viria acontecer no país inteiro.
Para Haneke, o embrião do mal e a disciplina exacerbada já existiam no país antes do rancor dos alemães pós Primeira-Guerra Mundial.
Trata do espírito da sociedade alemã que elevaria o Nazismo.
STEVE JOBS
dezembro 12, 2011
CHOPSTICKS
dezembro 12, 2011
O Pecado Mora ao Lado é o filme com a cena que se tornou ícone da cinematografia, o vestido de Marilyn Monroe é levantado na rua pelo jato de ar do metro.
Também é um dos filme que usou o Concerto No 2 de Rachmaninoff em sua trilha sonora. A cena hilária é a em que Sherman, para seduzir “a garota” (Marilyn Monroe) da forma como idealizara, coloca na vitrola o concerto de Rachmaninoff. A garota não gosta da música e pede a Sherman para que toque uma música no piano, este com pose de concertista executa Chopsticks.
Chopsticks (hashis) é a valsa conhecida no Brasil por Danoninho devido ao comercial da Danone que se apropriou da música e tem esse apelido por causa da forma como é tocada.
E as referências no cinema não param:
A CRIAÇÃO DE ADÃO
outubro 11, 2011
VON TRIER, TRISTÃO E ISOLDA E LIEBESTOD
setembro 3, 2011
O Melhor início de filme que já assisti, “Melancolia“, Lars Von Trier utiliza o prelúdio inteiro de “Tristão e Isolda” de Richard Wagner em um prólogo do filme em super câmera lenta.
Vamos combinar que usar Wagner como trilha já é um negócio bem poderoso!! Sem querer tirar o mérito de Trier…
Mas lembrando da ária mais famosa dessa ópera, “Liebestod” (morte por amor)…
“Vocês não sentem e não veem?…”
BEETHOVEN – DA NOVELA DAS 8H AO DISCURSO DO REI
setembro 3, 2011
SINFONIA No 7 – SEGUNDO MOVIMENTO
MILTON GLASER
julho 20, 2011
Como já disse no post sobre o Lourenço Mutarelli, gosto muito de saber o processo criativo de artistas, músicos, escritores, pintores, designers…
Navegando no TED, achei um vídeo do legendário designer gráfico Milton Glaser, onde ele comenta o ato de quebrar uma idéia e torna-la nova, dessa vez me chamou a atenção as anotações que fazem parte de seu processo criativo, levantando questões, dúvidas e descrevendo seu processo de criação e tentando buscar significado relevante ao seu trabalho através da linguagem.
É interessante pensar que ele busca a linguagem como ferramenta de seu processo criativo em um projeto gráfico e o peso que ele deposita nela.
A ARTE DE PRODUZIR EFEITO SEM CAUSA
julho 18, 2011
Com exceção do filme “O Cheiro do Ralo“, baseado no livro, não conhecia Lourenço Mutarelli, desenhista e escritor brasileiro até que assisti a um documentário ou reportagem, não sei ao certo, sobre seu trabalho e vida. Procurando um pouco mais, descobri um podcast com uma entrevista sua e tomei a decisão de compra, “A Arte de Produzir Efeito Sem Causa“, livro que fala de Júnior, depois de largar o emprego e a mulher, volta a morar com o pai onde recebe correspondências anônimas de recortes e notícias, entre elas, a de William Burroughs que matou sua mulher por acidente.
Gostei muito do seu estilo e dos grafismos que ilustram o livro e que contextualizam a história, não tive a oportunidade de ter contato com nenhum quadrinho seu, mas me despertou muito interesse. Acho incrível conhecer o processo criativo de artistas, o dele não foi diferente quando contou em entrevista que adotou um exercício com sua mulher que é o de ouvir diálogos de transeuntes que passam perto da sala de sua casa e tenta continuar contando a história por improviso.
DESONRA
julho 18, 2011
Gosto de manter contato com a obra de escritores Nobéis de Literatura, já havia flertado com o “Desonra” e acabei comprando meio que por acaso… gostei bastante, primeiro por se tratar de um escritor sul-africano, uma literatura de um país distante para mim, culturalmente falando e segundo pela narrativa do escritor, clara ,fluente, com uma história que vai evoluindo e nos intrigando.
J. M. Coetzee aborda o Apartheid em seu romance de forma dura, perturbadora, como um soco no estômago do leitor mais racional.









