CABÔCO MAMADÔ

Outubro 25, 2009

Voltando a falar do Henfil, tem uma charge que gosto muito  “Cabôco Mamadô”. Era um personagem do cemitério dos mortos vivos, era pra lá que Henfil mandava quem ele achava que colaborava com a ditadura militar.

Na charge abaixo “Ellis Regente” é mandada para o cemitério por ter cantado o Hino Nacional nas Olimpíadas do Exército, fez isso em troca de paz por parte dos militares.

Henfil adorava Elis Regina, mas era implacável! A charge foi publicada no Pasquim:

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Mesa de Trabalho de Robert Crumb

A revista Piaui publicou a primeira parte de “Gênesis”, de Robert Crumb, mas somente para assinantes.

Considerada a principal publicação de HQ do ano, “Gênesis” é uma versão ilustrada do primeiro livro da Bíblia e o texto é fiel, palavra por palavra, mas com a ironia e o humor característicos de Crumb.

COPACABANA

Setembro 8, 2009

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Copacabana é o primeiro álbum de quadrinhos de Lobo e Odyr, roteirista e desenhista. Com indicação da Revista Bravo!, tive a oportunidade de comprá-lo na Loja HQ Mix, especializada em quadrinhos, na Praça Roosevelt.

Do contrário do que se pode imaginar, “Copacabana” não se trata de uma história em um belo cenário com praia e pessoas bonitas, mas sim, aborda o submundo da prostituição nas ruas do bairro carioca e trata da indústria do sexo sem pudores, tendo como protagonista, Diana, uma prostituta, “uma heroína das ruas” envolvida em um círculo de corrupção, violência e drogas.

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Confira o hotsite do livro!

CRUMB

Agosto 8, 2009

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Crumb” é um documentário sobre um dos maiores artistas e ilustradores, Robert Crumb, autor de “Zap Comics”, “Fritz, the Cat”, “Mr. Natural” entre tantos…

O filme foi dirigido por Terry Zwigoff que mostra um excepcional artista, talvez o maior talento dos quadrinhos da segunda metáde do século XX.

Ao mesmo tempo retrata uma figura engraçada e pervertida que foge totalmente dos padrões sociais.

Seus conflitos psicológicos, certamento fruto de uma família totalmente perturbarda, tanto sua mãe como seus irmãos Charles e Maxon, que sofrem de um certo grau de sociofobia, mostram como sua arte foi uma válvula para tamanho sofrimento. Seu estilo underground reflete os conceitos, os traumas, seus problemas com as mulheres e suas experiências com drogas.

Logo no início do filme, nos créditos, é exibido o nome de David Lynch. Foi Terry quem pediu ao mesmo autorização para usar seu nome para promoção do documentário.

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Fun Home é uma graphic novel vencedora do prêmio Eisner Award em 2007 (o Oscar dos quadrinhos nos EUA) e do prêmio de melhor livro de 2006 pela revista “Time”, é uma história autobiográfica e narra a infância confusa da quadrinista Alison Bechdel.

Lésbica assumida desde os 20 anos, Alison conta sua vida familiar e o difícil relacionamento com o pai (também homossexual).

O livro é repleto de referências literárias, de grandes escritores e suas obras, o que é muito legal para quem curte “os clássicos”. Consegue abordar assuntos polêmicos como a homossexualidade, conflitos familiares e de personalidade unindo o universo da literatura com a irreverência dos quadrinhos.

A FORÇA DA VIDA

Maio 5, 2008

Excelente livro! Recomendo muito…

Sinopse: Nos anos de 1930, Nova York ficou devastada. Eram as conseqüências da Grande Depressão causada pela queda da Bolsa de Valores em 1929. De um dia para o outro, norte-americanos empobrecidos passaram a se mesclar com imigrantes judeus, irlandeses, italianos…

Sua leitura é muito prazerosa pelo fato de possuir a arte dos quadrinhos, produzida por um mestre do gênero, com personagens de grande expressão e enquadramento cinematográfico, aliado a uma leitura baseada em fatos reais e muito bem escrita e pensada, com trechos carregados de filosofia.

Existe um prêmio da indústria dos quadrinhos chamado Eisner, em homenagem ao criador do gênero Graphic Novel, de modo que dispensa apresentações para quem curte quadrinhos.

Li hoje a respeito no caderno de cultura do Estadão, eu quero esse livro… principalmente depois da experiência de ter lido “Maus”, para ser sincero, não conhecia graphic novels. Amanhã, provavelmente, já o terei comprado!! …e aí, comento aqui, claro!

Segue trecho:

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DE OLHOS BEM FECHADOS

Novembro 18, 2007

life.jpgEm 1947, a revista LIFE pediu a vários quadrinistas importantes que desenhassem seus personagens mais famosos de olhos fechados. E sabe o quê? A maioria mandou bem pra caramba no desenho mesmo assim… Interessante! Olha só: www.mypix.com.br/12life

Fonte: Revista Pix

MAUS

Novembro 2, 2007

maus_a_historia.jpgMaus pode ser intitulado de Graphic Novel, feita por Art Spiegelman, narra a história de seu pai, um judeu, que durante a 2.ª Guerra Mundial luta para sobreviver ao domínio nazista.

Spiegelman retrata diferentes grupos étnicos através de várias espécies de animais: Os judeus são os ratos (em alemão: maus), os alemães, gatos, os franceses, sapos, os poloneses, porcos, os americanos, cachorros, os suecos, carneiros e os ciganos, traças. O uso de antropomorfismo, uma técnica familiar em desenhos animados e em tiras de quadrinhos, foi uma tirada irônica em relação às imagens propagandistas do nazismo, que mostravam os judeus como ratos e os poloneses como porcos. A publicação na Polônia teve de ser adiada devido a este elemento artístico.

O livro retrata também a difícil relação de Spiegelman com seu pai, esse com seqüelas físicas e psicológicas da guerra.

Foi dado ao autor o “Prêmio Especial Pulitzer”, a categoria foi esta pois o comitê de premiação não se decidiu se categorizava Maus como uma obra de ficção ou biografia. (também tive dúvidas de como classificar no meu blog, me decidi por “Cartoon”).

Sempre tive vontade de ler, felizmente comprei o livro (História Completa), pois originalmente grande parte foi publicado em série na revista RAW, editada por Spiegelman.

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Todos os dias dou uma olhada rápida no Jornal Destak, distribuido em São Paulo, pego na porta do prédio em que trabalho (a redação do Jornal é no mesmo prédio).

Ontem li sobre o lançamento do livro do catunista Laerte, “Laertevisão – Coisas Que Não Esqueço”, onde ele conta passagens de sua vida em forma de cartoon, achei muito interessante e divertido, o título da manchete era o mesmo do meu post, que já chama a atenção, seu traço (estilo) também me atraiu. Pesquisei na internet e encontrei parte do livro, onde tem desenhos seus quando era criança, fotos e claro, os cartoons. Um deles achei bastante engraçado, me lembro que também achava estranho o rótulo do “Toddy”.

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No Youtube tem vários comerciais antigos do Toddy.