LAERTE VESTIDO DE MULHER??
setembro 21, 2010
Na última edição da revista “Bravo!” Laerte posou vestido de mulher e é o comportamento que adotou para seu cotidiano.
Em entrevista à Armando Antenore, Larte diz que se interessou sobre crossdressers (pessoas que gostam de vestir roupas ou adereços do sexo oposto) para empreender uma viagem radical pelo mundo feminino, está “se montando”.
Estranho isso!!! Fiquei sem entender…
Laerte diz ainda que não anda satisfeito com suas criações, “tenho vergonha de quase tudo que desenhei”, uma crise que o levou a criar personagens que muitos intitularam de non-sense.
QUADRINHOS É LITERATURA?
setembro 18, 2010
Como sempre em suas matérias, o “Entrelinhas” fez um trabalho excelente questionando: “História em quadrinhos é literatura?”.
O “Entrelinhas” traz em questão a linguagem dos quadrinhos conversando com o jornalista Paulo Ramos, que acaba de lançar o livro “A Leitura dos Quadrinhos”, e o editor Gualberto Costa, dono da livraria HQMix (excelente ambiente do universo dos quadrinhos).
“A necessidade de se estudar sobre histórias em quadrinhos responde a necessidade de se estudar sobre cinema, sobre literatura, sobre artes plásticas e sobre outras linguagens”
90 LIVROS CLÁSSICOS PARA APRESSADINHOS
setembro 17, 2010
Quatro quadrinho que contam a história toda de clássicos da literatura como “Crime e Castigo”, “O Processo” e “A Náusea”.
Ótima idéia e livro do sueco cartunista Henrik Lange, que possui um poder de síntese incrível além de conter muito humor. Muito bacana para quem gosta dos clássicos e também quadrinhos, como eu =)
DELÍRIOS COTIDIANOS
julho 22, 2010
Mais uma vez Charles Bukowski, só que dessa vez em quadrinhos. O grande quadrinista alemão, Matthias Schultheiss fez a adaptação gráfica das histórias sórdidas do velho safado, com ambiente típico do escritor: prostitutas, bêbados e criminosos…
Qualidade muito boa dos quadrinhos, impressionante o trabalho com as hachuras. São 8 contos ilustrados com a cara de Bukowski, destaque para “A puta de 135 quilos” e “Mamãe bunduda“.
CRAQUES DO CARTUM NA COPA
julho 13, 2010
Durante a Copa do Mundo até me esqueci de comentar sobre a exposição “Craques do Cartum na Copa” no Centro Cultural Banco do Brasil.
Exposição de grandes cartunistas: Cárcamo, Chico Caruso, Dálcio Machado, Fernandes, Gustavo Duarte, Mauricio de Sousa, Miécio Caffé, Otávio, Paulo Caruso e Ziraldo.
Claro que para o final dessa copa, a charge mais adequada é essa:
CALVIN E TCHAIKOVSKY
janeiro 23, 2010
Esse eu roubei do blog do Almir Freitas:
CABÔCO MAMADÔ
outubro 25, 2009
Voltando a falar do Henfil, tem uma charge que gosto muito “Cabôco Mamadô”. Era um personagem do cemitério dos mortos vivos, era pra lá que Henfil mandava quem ele achava que colaborava com a ditadura militar.
Na charge abaixo “Ellis Regente” é mandada para o cemitério por ter cantado o Hino Nacional nas Olimpíadas do Exército, fez isso em troca de paz por parte dos militares.
Henfil adorava Elis Regina, mas era implacável! A charge foi publicada no Pasquim:

“GÊNESIS”, DE ROBERT CRUMB
outubro 6, 2009

Mesa de Trabalho de Robert Crumb
A revista Piaui publicou a primeira parte de “Gênesis”, de Robert Crumb, mas somente para assinantes.
Considerada a principal publicação de HQ do ano, “Gênesis” é uma versão ilustrada do primeiro livro da Bíblia e o texto é fiel, palavra por palavra, mas com a ironia e o humor característicos de Crumb.
COPACABANA
setembro 8, 2009

Copacabana é o primeiro álbum de quadrinhos de Lobo e Odyr, roteirista e desenhista. Com indicação da Revista Bravo!, tive a oportunidade de comprá-lo na Loja HQ Mix, especializada em quadrinhos, na Praça Roosevelt.
Do contrário do que se pode imaginar, “Copacabana” não se trata de uma história em um belo cenário com praia e pessoas bonitas, mas sim, aborda o submundo da prostituição nas ruas do bairro carioca e trata da indústria do sexo sem pudores, tendo como protagonista, Diana, uma prostituta, “uma heroína das ruas” envolvida em um círculo de corrupção, violência e drogas.
CRUMB
agosto 8, 2009

“Crumb” é um documentário sobre um dos maiores artistas e ilustradores, Robert Crumb, autor de “Zap Comics”, “Fritz, the Cat”, “Mr. Natural” entre tantos…
O filme foi dirigido por Terry Zwigoff que mostra um excepcional artista, talvez o maior talento dos quadrinhos da segunda metáde do século XX.
Ao mesmo tempo retrata uma figura engraçada e pervertida que foge totalmente dos padrões sociais.
Seus conflitos psicológicos, certamento fruto de uma família totalmente perturbarda, tanto sua mãe como seus irmãos Charles e Maxon, que sofrem de um certo grau de sociofobia, mostram como sua arte foi uma válvula para tamanho sofrimento. Seu estilo underground reflete os conceitos, os traumas, seus problemas com as mulheres e suas experiências com drogas.
Logo no início do filme, nos créditos, é exibido o nome de David Lynch. Foi Terry quem pediu ao mesmo autorização para usar seu nome para promoção do documentário.







